
O mais legal de todos mostrava uma carta do sr. Joaquim L. de Barros Cabral, catedrático da Academia Imperial de Belas Artes, endereçada ao seu amigo João Maximiano Mafra, professor e secretário da Academia. Mafra deveria repassar as observações de Cabral ao jovem aluno Victor, que curtia um estágio de arte em Paris e havia sido encarregado de executar a obra.
Fui lá ver o quadro e fotografei o manuscrito porque eu precisava ter em casa esse exemplo de primórdios da direção de arte no Brasil, e o negócio é feio.
A carta começa com o tal do Cabral muito malandro dizendo que procurou o Mafra várias vezes e tal, mas não o encontrou (estilo “mas eu te mandei um e-mail”). Outros trechos da carta são facilmente reconhecíveis na vida dos designers e publicitários atuais.
Dá pra imaginar o Victor Meirelles no estúdio partindo seus pincéis ao meio:
O texto é do Renato Faccini e eu xupinhei o post inteiro do Idea Fixa
Mande suas contribuições para ospioresbriefingsdomundo@gmail.com
Aproveita e siga o piores no twitter @pioresbriefings